quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Japamala 4.




Sadhana (prática espiritual) do japamala.

1. Japa remove quaisquer defeitos e imperfeições que o sadhaka (aspirante espiritual) possa ter e as substitui por todas as qualidades sáttivicas (puras), positivas e construtivas, e torna a mente estável e introspectiva.

2. No sadhana (prática espiritual), japa protege o sadhaka erros.

3. Japa por si próprio pode elevar o praticante à Divina Consciência. Sendo Japa um modo aceito de aproximação para a Divindade em todas as religiões, é comumente o sadhana mais praticado e seguido universalmente.

Horário convenientes.

Em torno das 4 horas da madrugada, é o horário mais conveniente para esta prática. Contudo, caso isto não seja possível, á hora matinal, antes das atividades diárias, é mais aconselhada.

Indicações de uso e armazenamento.

1ª indicação

O devoto não deverá levar o seu mala para a rua, nem mesmo dentro de um saquinho. (os Hares o fazem).

Outras pessoas não deverão tocar no seu mala, porque isso é desaconselhado.

O mala deverá ficar protegido com um manto ou pano limpo, e não deverá encostar-se ao chão.

O sadhaka deverá estar sentado, de frente para o norte, sobre uma almofada limpa.

Se sentir sono, deverá levantar.

O ideal do mala é que fique suspenso, com a mão direita do sadhaka na altura do coração.

Pode-se usar um mala no pescoço no dia do Satsang e do Arati no Puja ao Guru e às Deidades.
Pode-se ter mais de um mala.

O mala não deverá ser feito de ossos de animais, e muito menos de ossos humanos. Existem malas desses materiais.

Os malas feitos de madeira, como as de sândalo, tulasi, cristal, ou então de sementes ou caroços como rudrashka, são mais adequados.

Procure certificar-se que há 108 contas neles.

O sadhaka deverá estar com a boca, as mãos e os pés limpos quando rezar os mantras.

Deverá ter tomado um banho antes, sem usar produtos com muito perfume.

Deverá vestir-se com roupas limpas, e que não contenham nada de couro.

As roupas em tecido de Algodão ou linho são as mais recomendáveis.

O sadhaka deverá escolher um local limpo e silencioso; tendo neste local um quadro do Ishta-devata e do Senhor Krishna, para que, eventualmente, o sadhaka contemple, caso abra os olhos.
O Ishdevata é um mantra direcionado a uma deidade de forma específica. Ele deve ser entoado antes de iniciar-se a prática do Japa-Mala, repetição de um mantra com o uso de um rosário de 108 contas. Cada Devata, ou deidade, possui Seu mantra interior, e deve ser recitado pelo devoto.
Este ishta devata deve ser entoado mantendo-se a mente silenciosa, de preferência estando os olhos fechados, e o sadhaka sentado numa posição confortável. Leve-se a concentração para a imagem da deidade, e entoa-se o mantra de três maneiras, de acordo com o grau de concentração e estágio de desenvolvimento do aspirante: em voz alta, sussurrando ou mentalmente. Um Ishta-devata mantra não possui uma tradução. São mantras que despertam o amor puro por Deus. Via de regra são mantras de saudação e reverência, e a sua prática irá desvelar o significado. (O mantra Ishta devata direciona-se a uma deidade em especial.)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Japamala 3.


Proteção e japamala.

O japamala auxilia na concentração e na contagem da repetição até alcançar o número ideal (108) que é poder realizador. Além disso, quanto mais ele é usado para recitar mantras, mais ele se impregna dessas energias e se torna um objeto sagrado protegendo aquele que o usa, pois o seu campo energético influi e altera positivamente o campo magnético do ser ou local onde estiver sendo realizada a praticar da meditação.

Pratica devocional.

Fazer japamalas, ou japear, é uma atitude devocional importantíssima para todo o devoto que queira aproximar-se em atitude mística da Divindade, podendo-se consagrar a Japamala ao Bendito Vishnu, a Krishna, a Bendita Mãe Divina, ao Cristo, ou simplesmente a Deus, se assim preferir. Fazer Japamalas é adorar a divindade, é humilhar-se, é morrer em si mesmo, ou seja, em nossos defeitos e em nossa parte humana e com isso nascer para o espiritual, para nossa parte divina, desenvolvendo com isso virtudes, dons, talentos de Deus, donzelas espirituais que florescem no jardim de nossa bendita alma. Deve-se fazer muita japamala, muitas vezes ao dia, todos os dias, se é que queremos avançar no caminho devocional.

Através do processo de repetição (japa), o poder do mantra diminuirá a atividade dos pensamentos que normalmente são desordenados e irá direciona a mente do sádhaka para meditação. A utilização do mala é uma excelente ferramenta para obter uma boa concentração. Faça no mínimo um mala completo por dia, ou seja, 108 vezes o mesmo mantra. Uma boa concentração poderá ser obtida fazendo 10 malas completos, 1080 mantras, não se assuste com este número, isso dura apenas poucos minutos e os resultados obtidos com a prática de japa valem o esforço. Esforce-se e busque manter uma prática de japa diariamente.

O ritmo de passagem de uma conta para outra varia de acordo com a velocidade em que o mantra é entoado. Opte por vocalizar um mantra completo a cada exalação, ou seja, inspire normalmente (púraka) e ao exalar (rechaka) vocalize o mantra passando uma conta. Se o mantra não for muito longo será possível fazer 108 rechakas (exalações) juntamente com as 108 vocalizações do mantra. Não há problema algum se não conseguir vocalizar o mantra numa só exalação. O sádhana mais forte é feito em manasika japa, mentalizando o mantra.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Japa Mala - 2

Um mala pode ser um colar ou uma pulseira. A pulseira deve ter 27 contas, que precisarão ser contadas quatro vezes para completar 108.

O "Japa" é uma "corrente", um "cordão de energia". Temos então duas correntes: uma espiritual, "Japa", e outra material, "Mala". Dessa forma as energias espirituais invocadas pelo japa (mantra) energizam o Mala (colar).

Existem, ainda, outros tipos de mala, como, por exemplo, o Cordão de Brahma e o Cordão de Shiva. O primeiro é portado exclusivamente pelos hindus que nascem na casta superior, dos brâmanes. O segundo é uma condecoração da Escola Bhava.



Japa Mala.
Cor: Geralmente, avermelhada.

Contas: 108.

Fios: Algodão.

O que é: Um contador.

Quem pode usar: Qualquer um.
Como é portado: Ao pescoço.

Brahmamala


cor: Branca.

Contas: Nenhuma.

Fio: Algodão.

O que é: Distinção de casta.

Quem pode usar: Só hindus nascidos na casta superior.
Como é portado: Cruzando o peito, da esquerda para a direita, até abaixo da cintura.

Shivamala


Cor: Negra.


Número de contas; No mínimo três no máximo nove.


Fios: Três fios de lã trançados.


O que é: Uma comenda.


Quem pode usar: Quem o receber do seu Mestre.

Como é portado: Cruzando o peito, da direita para a esquerda, até a última costela.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

JAPAMALA


JAPAMALA
Japa=repetição, recitação, murmúrio Mala=cordão ou colar.

É um rosário (mala) com 108 contas de cristal, sementes, conchas ou outros materiais, terminando por um arremate geralmente feito de fios coloridos. Destina-se a auxiliar a repetição do Nome de Deus.

É uma técnica de concentração utilizando a repetição de um mantra. Assim como no catolicismo se usa um rosário para facilitar a contagem das orações, no hinduísmo e no budismo se usa o mala durante a repetição de mantras.

O Japamala é mais conhecido no ocidente como rosário de orações, é um objeto antiqüíssimo de devoção espiritual, sendo utilizado em muitas culturas e religiões para marcar orações ou mantralizações.

Existem de diversos tipos, tamanhos, materiais e podem ter uma quantidade diferente de contas, de acordo com a cultura ou religião. No Hinduísmo ou Budismo se usam o japa mala com 108 contas (no budismo tibetano pode ser utilizado um japa de 111 contas), havendo sempre uma conta maior representando a Divindade, ao redor do qual giram as 108 distintas manifestações, retornos ou encarnações. É a diversidade que gira em torno de uma única unidade.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Saudações.


Saudações.


As postagens sobre O Poder Oculto das Velas são oriundas de uma apostila baseada em estudos e práticas.

Caso tenha interesse em receber o restante da apostila envie um E-mail para:
mallikafittipaldi@yahoo.com.br

Com o titulo de Desejo adquirir o Poder Oculto das Velas e lhe enviarei maiores informações para tanto.

Shanty!

domingo, 22 de novembro de 2009

O Poder Oculto das velas 31. Runas – velas – áreas de influências

Runa Hagalaz. Vela preta, vela vermelha. Interrupções, desastres naturais, acidentes, mudanças rápidas e dramáticas.









Runa Nauthiz. Vela violeta. Necessidades, tristeza, depressão, solidão.









Runa Isa. V ela branca. Preservação.










Runa Jera. Vela cinza. Questões de justiça, retorno cármico.











Runa Eiwház. Vela preta. Reflexão, morte, mudanças por troca.











Runa Perth. Vela índigo. Revelações, magia, forças ocultas.










Runa Algiz. Vela branca, vela prateada. Espiritualização, sacrifício por algo melhor.









Runa Sowulo. Vela amarela, vela dourada. Vitória, crescimento, cura, esclarecimento.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O Poder Oculto das velas 30. Runas – velas – áreas de influências

As Runas são símbolos mágicos dos povos do norte da Europa. Entre outras coisas serviam para a magia. Para acionar o poder das Runas devemos traçá-las, dizer o seu nome e desejar seu poder. Nos rituais com velas podemos riscar uma ou mais Runas no corpo da vela. Isso invoca o poder rúnico. Nunca inverta a Runa. Pois, aí ela toma seu aspecto negativo e destrutivo. Para traçar uma Runa, na vela, use um objeto de poder consagrado ou sua própria unha.



Runa Fehur. Vela verde, vela laranja. Para rituais de enriquecimento, assuntos profissionais, crescimento material.










Runa Uruz. Vela vermelha. Para ritos de passagem, masculinidade, força, vitalidade, saúde, fortalecimento sexual masculino.











Runa Thurisaz. Vela vermelha, vela preta. Para quebra de dificuldades, proteção espiritual, retorno de energias negativas enviadas, vencer inimigos.








Runa Ansuz. Vela amarela, vela azul claro. Para rituais que envolvam necessidade de aprendizado cientifico, poesia, contos, musica, testes orais e escritos, conselhos, verdadeiros mestres.








Runa Raido. Vela cinza Rege as mudanças profundas, o destino escolhido, a indecisão, dois caminhos, escolhas.










Runa Kano. Rituais para criatividade, aberturas na vida, surgimento de oportunidades e convites, necromancia.









Runa Gebo. Vela rosa, vela carmim. Para receber ajuda da espiritualidade, dos deuses, dos anjos, da Divindade, harmonia entre o casal.









Runa Wunjo. Vela vermelha, vela laranja. Rege a vitória, a alegria sem tristeza, o perfeccionismo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O Poder Oculto das Velas 29. Seres angelicais – velas - salmos



Seres angelicais – velas - salmos




Arcanjo Miguel – vela dourada – domingo

O príncipe da milícia celestial, o guerreiro de Deus, aquele que combate o mal, guia as almas aos céus, depois de tê-las pesado na balança da justiça divina. É o arcanjo da iluminação.

Rege os sucessos profissionais, financeiros, profissionais. Protege-nos contra o Mal. Pode ser invocado para solução de todos os tipos de necessidades em que se faça presente à necessidade de aberturas de caminho. Ilumina nossa mente quanto a decisões que devem ser tomadas.

Salmo 118.



Arcanjo Gabriel – vela azul, prateada ou branca – segunda-feira

Seu nome significa Homem de Deus. É o arcanjo da esperança, da revelação, da anunciação, o que transmite as boas novas.

Favorável ao sucesso e proteção em viagens, mudanças definitivas, problemas familiares, intuição, comunicação. Protege as grávidas e seus fetos. Auxilio certo para encontrar pessoas, animais e objetos desaparecidos.

Salmo 36.




Arcanjo Samael – vela vermelha – terça-feira
Samael é o arcanjo de marte.
É um arcanjo que protege os que estão sob opressão, alvo de maldades e de ódio, combate influências negativas, magia negra, sortilégios, afasta energias deletérias, ajuda a resolver problemas urgentes. Proteção nos momentos de perigo.
Salmo 31


Arcanjo Rafael – vela amarela ou laranja – quarta-feira
Seu nome significa “Deus curou”. Tem como função ajudar na cura dos que estão doentes. Age nas instituições caritativas, hospitais e nos lares. Também atua na saúde espiritual. Confortando os que estão em desespero.
Inspira e protege pessoas ligadas a área de saúde, professores e estudantes. Concede rapidez mental, inteligência, raciocínio rápido.
Salmo 70.



Arcanjo Saquiel – vela púrpura, verde, marrom – quinta-feira
Arcanjo Saquiel é o anjo da fortuna.
Protetor das coisas materiais, vendas, locação, assinatura de documentos, garante segurança e prosperidade aos que não são egoístas e materialistas. Favorece a rapidez mental e a inteligência.
Também favorece a formação de sociedades, aquisição de bens, viagens, solicitação de favores a autoridades.
Salmo 113.


Arcanjo Anael – vela rosa ou carmim – sexta-feira
É o arcanjo do amor. Rege a harmonia, a paz, reconcilia casais, restaura amizades, traz paz e amor à família, incentiva o amor universal, favorece as artes, a criatividade artística, senso de estética, aumenta o magnetismo pessoal, facilita as relações diplomáticas.
Salmo 114.


Arcanjo Cassiel – vela preta ou cinza - sábado
Cassiel é um arcanjo protetor.
Ajuda-nos a lidar com o carma, desenvolve a espiritualização, favorável às orações para obtenção de saúde, dá consciência da necessidade de disciplina e responsabilidade, recompõe os oraculistas, estimula todo trabalho que nos liga aos mundos espirituais, proporciona uma velhice feliz e uma passagem tranqüila.

domingo, 15 de novembro de 2009

O Poder Oculto das Velas. 28 Deuses Romanos Velas e Dias.


Deuses romanos – velas - dias



Febo (Apolo) – vela dourada – domingo


Irmão gêmeo de Diana. Filho de Júpiter com Latona. Personifica a luz, é o deus da música, o mais belo do Olimpo. Pai de Esculápio (deus da medicina).


Diana – vela azul, prateada ou branca – segunda-feira

Era filha de Zeus e irmã gêmea de Febo. Deusa caça, dos animais selvagens, do parto, da natureza. Como deusa da Lua,às vezes era identificada como a deusa Selene.


Marte – vela vermelha - terça-feira

Filho da deusa Juno e Júpiter. Era cultuado como deus da guerra, destemido, forte e corajoso. Antes de ser associado à arte da guerra, Marte era cultuado como deus da agricultura e estava associado à primavera. O nome do mês março é uma homenagem a esse deus.

Mercúrio – vela amarela ou laranja – quarta-feira

Filho de Zeus. Conduzia as almas dos mortos ao mundo inferior, tinha poderes sobre o sono e os sonhos, era o protetor dos comerciantes e dos atletas. Era também astuto e ladrão daí ter-se se tornado o deus daqueles que enganam par roubar.

Júpiter – velas púrpura marrom ou verde – quinta-feira

Era o deus dos deuses, senhor da vida e da morte. Presidia aos fenômenos atmosféricos. Chamado o pai dos deuses.

Vênus – vela rosa ou carmim – sexta-feira

Deusa do amor e da beleza. Ela rege os prazeres carnais (daí as doenças do amor serem denominadas de venéreas ou seja doenças de Vênus), os casamentos e outros assuntos amorosos.

Moira – vela preta ou cinza – sábado

Eram três as Moiras: Cloto, a fiandeira principal, tecia o fio da vida; Láquesis, a distribuidora de quinhões, decidia a quantidade e atribuía um destino a cada pessoa; Átropos, era a que cortava o fio da vida. Representadas como três mulheres velhas e sombrias. Nem mesmo os deuses podiam alterar suas decisões.

sábado, 7 de novembro de 2009

Que bicho é esse?



Que bicho é esse?

Há muitos tipos de bichos

Que voam

Arrastam-se

Que nadam

Que só andam

Que andam e voam

Que pulam

Que quase nem saem do lugar

São nervosos

São calmos

São brincalhões

São tranqüilos...

Que bicho?

Em três segundos escreva, em comentários, o nome de três bichos. Enrola não tá?


Semana que vem “mato” sua curiosidade.